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Polícia busca suspeito de matar delegado na Zona Norte do Rio

Wendel Luis Silvestre é apontado como um dos responsáveis pela morte do delegado Fábio Monteiro.

13/01/2018
Fonte: Por G1 Rio
 
 
Wendel Luis Silvestre, apontado pela Polícia Civil como suspeito da morte do delegado Fábio Monteiro (Foto: Reprodução/ GloboNews)

Wendel Luis Silvestre, apontado pela Polícia Civil como suspeito da morte do delegado Fábio Monteiro (Foto: Reprodução/ GloboNews)

 

 

A Polícia do Rio realiza diligências para tentar encontrar (13) Wendel Luis Silvestre, apontado como suspeito de matar o delegado Fábio Monteiro. O corpo de Fábio foi encontrado por policiais militares no porta-malas de um carro próximo às favelas do Arará e Jacarezinho, comunidades na Zona Norte do Rio, na tarde desta sexta-feira (12).

 

(Correção: inicialmente a Polícia Civil confirmou que Wendel havia sido detido na madrugada deste sábado (13), mas a informação foi retificada pela corporação. O texto foi atualizado às 11h24.)

 

Parentes e amigos de Fábio da Polícia Federal e da Polícia Civil compareceram ao velório do policial, que está sendo realizado desde as 10h na Academia de Polícia Silvio Terra, no Centro. O sepultamento será no Mausoléu da corporação, no Caju, na Zona Norte, por volta das 13h.

 

Antes de passar no concurso para delegado, Fabio foi agente da Polícia Federal. Lotado na Central de Garantias Norte, o policial era casado e tinha dois filhos. Ele era professor de Direito Penal e Processo Penal.

 
Delegado Fábio Monteiro era instrutor da Polícia Civil (Foto: Reproduções/ Redes Sociais)

Delegado Fábio Monteiro era instrutor da Polícia Civil (Foto: Reproduções/ Redes Sociais)

 

'Tiro na democracia'

 

O secretário de Segurança, Roberto Sá, em entrevista ao G1 na tarde desta sexta, classificou o assassinato de Fábio como um "atentado, um tiro na democracia".

 

"Toda ação contra agente público eu digo que é um atentado, um tiro contra a democracia. Eu tenho certeza que a polícia civil não vai descansar enquanto não colocar as mãos nos criminosos que tiraram a vida desse delegado. É uma resposta para a sociedade, e acima de tudo para o crime. Não pode compensar atentar contra a vida de agentes públicos", disse Sá.

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