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Educadores de Mato Grosso protestaram contra a reforma trabalhista

As fortes chuvas que caíram na Capital e região no período da tarde reduziu mas não desanimou os manifestantes

12/11/2017
Fonte: 24 Horas News
 

Trabalhadoras e trabalhadores da Educação das 15 regionais do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) aderiram à paralisação nacional realizada nesta sexta-feira (10.11). Os protestos ocorreram nas ruas, escolas e praças, onde o objetivo foi alertar a população sobre os retrocessos trazidos pela “reforma” trabalhista, que entrou em vigor hoje (11.11), e a “reforma” da Previdência, que atualmente tramita no Congresso Nacional.

 

As fortes chuvas que caíram na Capital e região no período da tarde reduziu mas não desanimou os manifestantes que se reuniram em Cuiabá, na Praça Alencastro. O protesto mobilizou além de educadores, bancários, trabalhadores da indústria, profissionais da Saúde, servidores públicos, estudantes e movimentos sociais. No ato foi reforçada a importância da Campanha Nacional pela anulação da “reforma’ trabalhista, que recolhe assinaturas em todo o país para apoiar o projeto de lei de iniciativa popular que revoga a Lei nº 13.467/2017, mais conhecida como “reforma” trabalhista.

 

Os profissionais da Educação nos municípios de Acorizal Chapada dos Guimarães, Poconé, Nossa Senhora do Livramento e Jangada paralisaram as atividades por 24 horas, além de realizarem debates nas escolas e atos públicos.

 

Em Rondonópolis, regional Sul, os/as profissionais da educação realizaram um ato público na Praça Brasil e depois caminharam pelo Centro com faixas e cartazes. Em Pedra Preta, as “reformas” foram discutidas durante assembleia geral da Educação na Escola Estadual 10 de dezembro. No município de Jaciara, o debate também aconteceu durante uma assembleia. Em Primavera do Leste a campanha foi divulgada nas escolas e para encerrar o dia, os profissionais da Educação de São Pedro da Cida realizam protesto na praça central.

 

No Nortão, Alta Floresta reuniu educadores em assembleia para discutir as “reformas” trabalhista e da Previdência. Em Sinop, o ato público ocorreu em frente à Prefeitura, além da paralisação das atividades escolares por 24 horas. No município de Cláudia durante a manhã foi realizado um ato público e à tarde o debate foi realizado no campus da Unemat. A rede municipal e as escolas estaduais em Peixoto de Azevedo também aderiram à paralisação nacional, além da realização de um ato público na praça central. Também paralisaram as atividades as escolas localizadas em Colíder, Nova Guarita e Nova Santa Helena.

 

Em Barra do Bugres, Nova Olímpia, Tangará da Serra, Denise, Arenápolis e Santo Afonso, no Médio Norte de Mato Grosso, os trabalhadores da Educação realizaram atos públicos na região central de cada município. No Noroeste do estado foram realizados encontros para o debate e reflexão sobre as “reformas”, em Colniza e Juína (que também teve paralisação de 24 horas nas escolas). Canabrava do Norte representou a região Leste com café da manhã e reunião para os trabalhadores e trabalhadoras.

 

“Projetos como as ‘reformas’ trabalhista e da Previdência só trazem prejuízos aos trabalhadores por retirarem direitos que são fruto de muita luta. Apenas com a organização e mobilização da classe trabalhadora irá impedir esses retrocessos. Não iremos nos calar”, afirma o presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes.

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